O Superior Tribunal de Justiça negou o pedido da defesa de Valmir de Francisquinho para restaurar o sigilo do processo que investiga supostos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro envolvendo movimentações financeiras consideradas suspeitas pelas autoridades.
O habeas corpus foi apresentado após a perda do sigilo da ação penal que tramita sob relatoria do desembargador Etelio Prado, no Tribunal de Justiça de Sergipe.
A defesa alegou que precisava de mais tempo para analisar documentos bancários e que a divulgação do processo exporia informações pessoais dos investigados.
Apesar dos argumentos apresentados, o ministro Rogério Schietti Cruz entendeu que o caso ainda exige análise mais aprofundada e decidiu negar o pedido liminar. Com isso, a investigação segue normalmente e sem qualquer suspensão imediata.






